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Verás que um filho teu não foge à luta

Desde 2013 foram sendo gerados: o 26 de maio e o 17 de novembro de 2019 - a maturidade e a maior unidade do povo heróico-brado-retumbante
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Só os fortes e anti-frágeis têm seguido e resistido até o fim. Se em maio a pressão recaiu sobre o Legislativo para que a Nova Previdência fosse aprovada, nesse novembro a primavera brasileira alcança a mais alta corte judiciária, mirando no batráquio que é o primor da dialética da pseudo-legalidade travestida de toga justa e “guardiã” de leis.

 

Sou da geração Brasil-autêntico-raíz do século XXI. Parte daqueles filhos da pátria mãe gentil que foi despertada do seu sono profundo, para fazer jus à Terra de Santa Cruz. Nova Terra Prometida, seio no qual Deus resolveu fazer existir um povo, repleto de contradições e fraquezas, para que Ele chamasse de Seu e manifestasse Seu poder e fidelidade, sempre maiores e inversamente proporcionais às constantes sabotagens das elites republicanas.

 

Da nossa profunda indignação e vergonha vertidas em lágrimas e expostas tanto no 7 a 1 em 2014, e mais recentemente no inominável golpe do 6 a 5 do judiciário, são e foram apenas símbolos de algo que por detrás de tudo aquilo estava podre. Muito podre. Por detrás do flagelo futebolístico estavam os superfaturamentos fartos, brancos elefantes da Amazônia ao Pantanal, precedidos de muita propina para terem tido o direito de serem sede de Copa. Por detrás então da odisséia reversa da jurisprudência alterada para libertar chefe de quadrilha traíra da pátria, estava o próprio aparelhamento dessas instituições com camaradas profissionais no agir sorrateiro.

 

E subestimaram-nos. E desafiaram-nos. Testaram-nos muito além do que as suas restritas visões a respeito de nossos valores poderiam pensar que seriamos capazes de reagir. O tsunami acumulado de degradação sócio-moral e das corrupções deslavadas foram capazes de despertar nesse Povo: patriotismo, onde tentaram por décadas sufocá-lo; reação e senso políticos, onde esperavam contínua apatia; esperança, onde apostavam colher sempre desilusão; união entre os compatriotas de bem, não importando a divisão ou “classes” que eles tanto insistiram que existisse, com base na importada teoria socialista atéia e maquiavélica do “nós contra eles”.

 

A cleptocracia não prevalecerá mais em meu país. Custe o que custar. Eu acredito no acordar e na união de gerações (dos jovens curiosos e politizados às tias do zap) que reagem pesadamente, digitalmente e em paz nas ruas: à toda roubalheira empreendida sobretudo nos treze anos da era vermelha; à toda forçada distorção do conceito de laicidade, que tirou do centro a religião cristã lastro histórico dessa terra; à proposital má educação e formação de analfabetos funcionais, para que cidadãos brasileiros fossem incapazes de perceber a realidade da extorsão financeira (impostos e estado gigante), moral (método sócio-construtivista) e psicológica (mídia-lixo e pseudo-intelectuais weberianos acadêmicos) empreendidas por egoístas traidores da pátria.

 

Tenho certeza que esse movimento forte, único e histórico que vivemos é como um milagre, para que Deus resplandeça sua força, em e por meio de, um povo unido por uma mesma língua em terras continentais. O talento, a fé e a resiliência provada da nossa brasilidade têm sobrevividos aos ataques de desconstruí-la. Nem tudo está perdido. O gigante despertou, acordou. E se reconheceu. Temos uma identidade.

 

Atenção estamento burocrático: é melhor se render e dar voz ao movimento espontâneo que nos toma conta, dar espaço a essas vozes não-robóticas das ruas e praças digitais, para não serem triturados pela força histórica desse movimento sem volta. Foram vocês, da classe política, que há 31 anos promulgaram: “Todo o poder emana do povo”.

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