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“The Send” rebate acusações do The Intercept

“O The Intercept Brasil quer causar uma rejeição por parte da sociedade não-cristã brasileira contra o The Send“, afirmou Henrique Krigner
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Nesta quarta-feira (12), o “The Intercept Brasil” publicou uma matéria com o título “The Send: O que está por trás do plano de evangelização em massa no Brasil”, que ataca o movimento cristão “The Send”.

O portal acusa o movimento de ser uma “rede de missões norte-americanas lideradas por brancos, com o objetivo de evangelizar a América” e de usar jovens como “massa de manobra”.

Entrevistamos um dos líderes do The Send no Brasil, Henrique Krigner, que esclareceu várias acusações do jornal, criado por um norte-americano branco, Glenn Greenwald (sim, ele mesmo).

Abaixo, as abreviaturas APF, referente A Política de Fato, e HK, em menção à Henrique Krigner.

APF: O “The Intercept” afirma que o The Send tenta “catequizar a América” e que tem como objetivo “influenciar políticos”. Isso procede?

HK: O objetivo do The Send é cumprir o mandamento de Jesus, o chamado ”Ide”, de pregar as boas novas sobre o sacrifício da cruz, ressurreição de Jesus e oportunidade de uma nova vida. Queremos evangelizar, mas existe uma diferença entre evangelização e catequização. A catequização envolve a dominância cultural e outros aspectos, que em nenhum momento são citadas no The Send. Agrada ao Intercept acusar de catequização, justamente para causar uma rejeição por parte da sociedade não-cristã brasileira.

Sobre a questão de querer influenciar políticos, sim, nós queremos. Mas não só os políticos, mas sim, todos os setores da sociedade. Interessante que a acusação de querer influenciar políticos não se sustenta, tanto que na edição anterior do evento, que aconteceu na Florida, não teve a participação de nenhum político.

APF: “Religião desconectada da realidade”. É assim que o vídeo divulgado no veículo, criado por Glenn Greenwald, define o The Send. Como você, sendo uma das lideranças do The Send no país, definiria o movimento?

HK: O The Send é um grupo de pessoas que tem um objetivo em comum, que caminha na mesma direção que é pregar a palavra de Deus. Não, não somos uma religião, mas sim, um movimento cristão que quer ajudar jovens a manifestar o cristianismo, assim como Jesus orienta na Bíblia. Não tem como tratar todos os problemas sociais de uma nação em 12 horas de evento. O The Send ser acusado de ser desconectado da realidade é algo fora da realidade. No evento, tratamos de questões importantíssimas, como adoção, combate ao tráfico de pessoas, missões universitárias, etc.

APF: Que mensagem você deixaria para o jornalista do vídeo em questão, que fez diversas acusações (sem provas) contra o movimento?

HK: Não sei se o homem que apresentou o vídeo, é o mesmo que fez o roteiro. Mas o meu recado para esse jornalista, é que ele se converta, que ele se apaixone por Jesus e faça algo relevante para o Reino. Se ele já for cristão, que ela aprenda que, quando se tem uma diferença doutrinária ou diferença teológica, que se procure as pessoas responsáveis envolvidas com a situação. Não acho correto usar uma plataforma secular, que tende a um viés ideológico muito declarado para fazer críticas e ataques ao corpo de Cristo. É um jogo baixo, que não tem nenhum respaldo bíblico. A boa notícia é que mesmo com todas essas acusações e ataques, o corpo de Cristo sai fortalecido dessa situação.

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