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Terça Livre solta nota à imprensa após bloqueio do STE

O portal conservador se manifestou após a polêmica e questionável decisão do TSE
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Em nota publicada nesta terça-feira (17), o portal Terça Livre questionou o bloqueio do Tribunal Superior Eleitoral sobre monetizações das redes sociais e afirmou ”aguardar o restabelecimento da vigência da lei e da ordem no Brasil”.

Confira a nota na íntegra:

Em razão da recém divulgada notícia de que o Tribunal Superior Eleitoral determinou o bloqueio da receita dos canais que noticiaram as inquestionáveis fragilidades de segurança do sistema eleitoral brasileiro, o Terça Livre TV vem a público para se posicionar contra as nefastas consequências deste ato que implicam censura violadora à liberdade de imprensa.

Cabe lembrar que esse direito inscrito na Constituição se traduz na vedação ao Estado da utilização de medidas coercivas para constranger a atuação profissional do jornalismo e devassar ou tolher a forma de recepção e transmissão daquilo que é trazido a conhecimento público.

Por oportuno, o Terça Livre TV questiona: onde estava a presteza da justiça eleitoral para evitar que uma notícia falsa interferisse no curso do legítimo processo eleitoral quando a jornalista da Folha de São Paulo, Patrícia Campos Mello, publicou, com eco em toda a grande mídia, que a campanha do presidente Jair Bolsonaro estava sendo favorecida por disparos em massa de whatsapp financiados por empresários?

No caso da insegurança das urnas eletrônicas, o Terça Livre TV tem o dever de questionar o Estado do seu zelo com a devida transparência empregada no processo eleitoral, como também é dever de que o judiciário eleitoral responda a todos os fatos acerca do tema, sem que, de qualquer forma ou meio, imponha constrangimento ao múnus do jornalismo de informar.

Dito isso, e diante da atual juristocracia que tomou as rédeas do poder e vitima a nação de crises diariamente, o Terça Livre TV aguarda o restabelecimento da vigência da lei e da ordem no Brasil, confiante de que o poder eleito buscará a manutenção da democracia e a preservação dos direitos e garantias fundamentais constitucionais do seu povo.