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Para vice-presidente da OAB-DF: “Há muito o que se explicar” na operação que terminou com a morte de Lázaro

A advogada questionou a operação que terminou com a morte de Lázaro Barbosa
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A vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF), Cristiane Damasceno, criticou a falta de transparência das forças policiais que atuaram na captura que culminou na morte do estuprador e assassino Lázaro Barbosa. Para Cristiane, há muito para se explicar:

“Como ele reagiu? Para onde ele disparou? Se descarregou a arma, onde estão os feridos?” – questionou a advogada criminalista.

Cristiane também questiona a forma como Lázaro foi parado pela polícia:

“Estavam presentes 270 pessoas, drones e helicóptero. Com todo esse aparato, não conseguiram alvejar o foragido no ombro para pará-lo? Foram 38 tiros!”

Para Damasceno, Lázaro Barbosa deveria ter pago pelos crimes como manda a lei:

As pessoas não enxergam o perigo de legitimar uma ação ilegal do Estado. Em nenhum momento, falo que ele está com razão ou que sinto pena dele. Mas, sim, que ele deveria pagar pelo crime de acordo com as leis brasileiras”.