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O privilégio estabelecido da Previdência

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“A ética da pessoa que age em causa própria, mesmo por detrás de auspícios religiosos, deixa de ser a lei de Deus e do amor e torna-se a lei de ‘o poder faz o direito”, isto é, o “privilégio estabelecido tudo justifica” – afirma o escritor monge Thomas Merton, que ousa complementar que essas mesmas pessoas, que se percebem agraciadas, são as primeiros a frustrar a vontade de Deus.

Tal posicionamento nos faz refletir nada mais nada menos do que a presente, lenta e procrastinada aprovação da nova previdência.
Algo tão urgente para o país, conclamado nas ruas há um mês no 26 de maio, permanece sem ter nem mesmo seu relatório final lido na comissão especial.

Não seria de se esperar que os representantes nossos, ali colocados em processo democrático, agissem ao menos nessas graves ocasiões mais na causa nacional do que nas causas corporativistas?!

Infelizmente, o fisiologismo, arvoreado de privilégios, segue justificando tudo, o poder, o agir em causas próprias e na manutenção de benesses de grupos especiais, como a classe servidora legislativa, do que realmente romper com antigas práticas e tornar o futuro previdenciário nacional menos injusto.
É de e se refletir. Até quando, o privilégio estabelecido vai justificar tudo, inclusive sua perpetuação indiscriminada?!

Vamos todos dia 30 de junho novamente às ruas proclamar: Reforma da Providência do Min. Paulo Guedes, já!

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