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O Brasil merece respeito e não sabotagem

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Em janeiro, existia o risco do vírus gerar um colapso na saúde, economia global e pouco foi feito pelas autoridades locais. A ditadura chinesa divulgou um documento oficial na última semana, assumindo indiretamente a falta de responsabilidade, saúde com a província de Wuhan após as suspeitas iniciais do Corona Vírus/Covid-19. Militância pode berrar aos quatro cantos do mundo, invocar os poderes da “medicina cubana”, onde nem todos estão preparados de fato para exercer a prática da atividade, vide alguns registros do “Mais Médicos” aqui no Brasil. Porém, isso fica para próxima, este não é o objeto de estudo principal do texto.

No último domingo, (22), Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde, apontou em entrevista coletiva que aconteceu uma mudança na luta contra o vírus, pois às informações circuladas no ocidente foram diferentes das abordadas pelos chineses. Ou seja, de forma bem mais clara que Eduardo Bolsonaro, Mandetta chamou as autoridades da China de “tendenciosa”, informações que geraram pânico. E não houve um “pio” da grande mídia. Fui contra à indicação de torná-lo Embaixador nos Estados Unidos, justamente pelo temperamento, talvez mudasse, porém, hoje não vejo com segurança para assumir um cargo de maior complexidade.

Bom, por falar em Eduardo Bolsonaro, deputado federal e o mais votado da história, compartilhou um vídeo responsabilizando a China pelo caos mundo afora. Em seguida, a Embaixada Chinesa respondeu o tweet de forma agressiva. Pior, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, apoiar um regime autoritário, logo em seguida, Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso tomar a mesma atitude. É irônico ler os tweets deles, onde ambos diz pedir “desculpas a população chinesa” por meio de uma rede social que o povo chinês não tem acesso, imensamente bizarro. Além disso, isso deve ser resolvido entre autoridades brasileiras e não endossar palavras de A ou B.

Calma, isso fica cada vez mais louco. Qualquer jornalista que se preze, seja ele favorável ao Governo ou não, defende a libertade de expressão. O primeiro instrumento defendido por um jornalista ético, sério é a defesa de seu prisma, que é a liberdade. Mas no país onde “poste mija no cachorro” e vale-tudo para lacrar, ganhar likes e ser aceito pelos militantes do politicamente correto das redes sociais, acabaram esquecendo do mais importante que é a democracia. Por que digo isso? Não foi um, dois ou três “jornalistas” que saíram em defesa da China, mas dezenas e as redes sociais não mentem.

Uma jornalista que tem um programa de tv semanal, seu salário é pago com dinheiro público, faz uma paródia da série da Netflix, “Bird Box”, com certo governador tucano que grita aos quatro cantos do país afirmando ser candidato à presidente em 2022. Ela atira para todos os lados, nem a Ministra Damares Alves escapou. A jornalista analisou o lamentável relato de tentativa de suicídio de Damares, por consequência de abuso sexual, com palavras sarcásticas. E a grande mídia? Os lacradores se calaram, assim como fizeram com os diversos ataques machistas, misóginos de José de Abreu contra Regina Duarte.

Ano passado, o grupo Bandeirantes fechou parceira com a CCTV, agência de notícias da ditadura da China. Por coincidência, o canal divulgou editorial defendendo fortemente a ditadura chinesa e em sequência, atacou ao Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e o deputado Eduardo Bolsonaro no episódio citado no terceiro parágrafo. Poderia colocar acima deles dois, o excelente trabalho de Ministro Henrique Mandetta, depois citar os outros dois membros. Como tem que “defender suas fontes”, optaram em dar margem “a guerra ideológica” que a própria mídia diz repudiar.  Até onde vai o casamento de mídia e a ditadura chinesa?

João Dória e Wilson Witzel, governadores de São Paulo e Rio de Janeiro, usam do estado de calamidade, da crise para fazer campanha já para 2022. Ambos praticamente se ajoelharam para Jair Bolsonaro “deixar usar seu nome” nas respectivas campanhas em 2018. Existe praga maior que a do mau-caráter? Em grande parte, 70% dos eleitos seja ele deputado estadual/federal, governador, senador e o próprio Partido Social Liberal, PSL, só ganharam seus cargos e projeção devido ao nome “BOLSONARO” em 2018, estes são exemplos fadados!

Jair Bolsonaro também demorou em agir, nisso abriu guarda para seus opositores. Demorou a fechar fronteiras, fechar saída e regular os aeroportos. Esse era o momento de trabalhar como um estadista de trabalha, não ficar em redes sociais ao invés de agir mais rápido. Enquanto “dormia”, governadores do nordeste região dominada pela esquerda, entrou em contato com os chineses e deve reforçar a narrativa “do governo despreocupado” com seu povo. É melhor pensar no momento, 2020 já era. Se quiser reeleição, precisa fazer quase que um “milagre” em 2021, por sua vez, 2022 não terá tempo suficiente para governar porque estará em campanha de reeleição.

Bolsonaro passou longe de um conservador em uma fala semana passada, de um conservador a liberal extremo. Ele declarou que “a economia não pode parar por coronavirus”. Logo me recordei do texto de Olavo de Carvalho, “Porque não sou liberal”, onde ele diz que o liberal quer “submeter tudo aos critérios do mercado, inclusive os valores morais e humanitários”. E julgando às circunstâncias atuais, onde até os liberais cederam seu espaço para estabilidade humanitária, não existe apoio para falar de mercado. Isso será consequência.

O vírus é de origem chinesa, mas falar isso é uma falta de respeito, segundo a lacrosfera, é xenofobia. Dizer a verdade, citar a origem do colapso mundial é  condenável, é considerado quase que um crime hediondo. Presidente da Câmara Federal, Presidente do Congresso e Senado brasileiro pediram desculpas porque falar um óbvio, porque era alguém da base do presidente, no qual, ambos tem divergências. Tenham vergonha! O Brasil é maior que todos vocês, parem de colocar interesses individuais acima do bem maior que é a nação. Parem de sabotar o país e colocar  a culpa no presidente, quem vota são vocês!

Em sua estréia na CNN Brasil, Caio Coppolla traduziu perfeitamente o desenho político brasileiro. “Os carrapatos são maiores que os bois”. Legislativo acostumado com a mamadeira do Executivo, ganhou a independência. Depois de 2018, a política não será a mesma, Bolsonaro não trabalhou com indicações em troca de votações, apoio para “base” como em governos anteriores, vide FHC e os governos do PT de Lula e Dilma.

Resumindo, o vírus é chinês, a CHINA é uma ditadura, beiramos o ridículo pedindo desculpas para um regime totalitário via rede social, por mais irônico que seja, jornalistas assumem a posição que sempre foi clara, o flerte por regimes de esquerda e totalitários e vale-tudo para derrubar o presidente, independente da situação que vive o país. Eu, como brasileiro, orgulhoso pelo território de onde nasci e vivo, só posso dizer uma frase e definir tudo isso:

Desculpa, Brasil.

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