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Jornalista acusa Rússia de implementar campos de concentração na Siria

Esses campos ficariam localizados na região noroeste do país, próximo aos distritos de Idlib e Aleppo
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Em materia publicada no dia 23 de janeiro deste ano, o MEMRI (Middle East Media Research Institute) traz à luz preocupantes relatos sobre a atual situação dos refugiados na Siria. Segundo o jornalista Ibrahim Al-‘Alwas, colunista no Enab Baladi Institute, o há indicios de que campos de concentração semelhantes aos usados contra os judeus, na segunda guerra mundia, estejam agora sendo utilizados na Siria. O jornalista chamou deAuschwitz Sirio”  tal situação, dando a entender que Bashar ‘A’l-assad e Vladimir Putin estão, literalemnte, massacrando os moradores e refugiados situados naquela região.

O presidente russo Vladimir Putin participou dos eventos [em Jerusalém] que marcaram o 75º aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschwitz. Ao mesmo tempo, ele está patrocinando o grande Auschwitz sírio, que atualmente está ocorrendo em plena luz do dia no norte da Síria, e envolve a expulsão de meio milhão de sírios que foram lançados no deserto junto com suas esposas e filhos, no frio intenso de dezembro e janeiro, além de seis milhões que já foram expulsos [de suas casas desde o início da guerra] e um milhão de pessoas que foram mortas ou feridas [na Síria] pela Rússia, Irã e pelo regime da Síria. Putin [de fato] se orgulha dessas ações e as considera como heroísmo, embora tenha como alvo civis e sistematicamente massacrando-os com seus aviões e mísseis,sob o disfarce de combater o terror” disse ele em seu texto intitulado: “The Syrus Auschwitz”.

Vale recordar que, desde o incio da guerra civil na Siria, datado oficialmente no dia 15 de março de 2011, mais de 15 milhoes de pessoas foram prejudicas, direta ou indiretamente, pelos confrontos. Uma grave consequencia disso foi debandada de dezenas de milhares de sirios, em grande parte mulheres e crianças, para longe da sua terra natal. Um boa parcela dessas famílias foi ou tenta entrar no continente europeu via Turquia, mas o caminho é perigoso e muitas delas acabam sendo capturadas e levadas a campos e refugiados, ficando assim cativos nas mãos de Russia e Siria, aumentando ainda mais o sofrimento.

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