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Irã e a esquerda brasileira

Tento entender a esquerda, mas ela não se ajuda
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Brasil é cômico, para não dizer trágico. Em mais um capítulo, agora com as tensões entre Estados Unidos e Irã após o ataque ordenado por Donald Trump e morte de Qasem Soleimani, major-general iraniano da Guarda Revolucionária Islâmica que era considerado segundo homem “mais poderoso do país”.

As redes sociais pipocam de conspirações, memes, análises plausíveis, outras nem tanto, mas também de oportunistas “caçadores de fama”, nem que seja por uns cinco minutos. Existem os hipócritas, que falam de paz, amor, igualdade e justiça com um discurso atraente, porém tudo isso posto na teoria porque na prática é impossível ser posto ou até pensar como tal.

Por exemplo, ativistas mais a esquerda sempre disseram defender com unhas e dentes pautas como democracia, liberdade, justiça social e etc. Mas nos últimos dias, as redes se tornou o palco da hipocrisia, indolência, imundície e toda mazela após o ataque de Trump ao general iraniano. Todos estes defensores dos direitos humanos e outras características citadas acima não pensaram duas vezes em defender o regime iraniano apenas para fazer oposição ao presidente americano. 

Tem cabimento? Um país onde não existe liberdade, não existe democracia, mulheres não tem poder e submissa, quem não seguir a risca a “cartilha” cultural é executado em praça pública. Lá é crime SER GAY! Entende? Não existe liberdade, não é possível sair nas ruas e defender seu ideal, porque você será tratado como criminoso, humilhado perante a sociedade.

Em períodos como o atual, frases prontas, discursos bem afinado, a promessa de um mundo utópico é bastante atraente e que infelizmente não passa de teoria, mas engana muita gente. Ao invés de buscar planos mais concretos, aguçam a mentalidade que “lutam” na busca do “mundo perfeito”. 

Pior é que parte da esquerda, aquela chucra e bastante boboca ainda encontra em pleno século XXI militância para evidenciar, impulsionar o plano de “como ser idiota” do século.

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