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Independência ou Morte e o Despertar de um chamado

Artigo relata ocorrido há um ano, em meio a corrida eleitoral, e experiência pessoal correlata ao acontecido
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Há um ano o Brasil era impactado por um acontecimento que poderá ser reconhecido nos anais da história nacional como o marco para uma inflexão nos rumos do maior país cristão do mundo. Na vida particular do que aqui vos escreve, o 06 de setembro também ficou marcado pelo despertar de um chamado, pela descoberta da profunda identificação com os valores do conservadorismo e o inicio de uma guerra pela pátria, pela verdade e pela fé, que não terá fim.

Juiz de Fora, Minas Gerais. Na famosa cidade quase fronteira com o Rio de Janeiro, o então favorito candidato à presidência da República realizava campanha de rua na véspera do dia da independência. De repente, por volta da hora da misericórdia, como é conhecida na Igreja Católica as 15h, um psicopata ex-partidário do partido socialista liberdade golpeia a facada o candidato líder das pesquisas, Jair Messias Bolsonaro. A prontidão com que houve o seu socorro, a comoção dos locais e de seu filho Carlos, e definitivamente a intervenção sobrenatural para que o pior não ocorresse, livrou o Sr. Messias, e quiçá o Brasil, da morte.

Ao meu redor gritos de ódio e celebração daquele ocorrido, e eu estupefato, acompanhava pela televisão a repercussão tíbia do ocorrido e não queria acreditar do que meus olhos viam e ouvidos ouviam: “pena que não fez o serviço direito!”, “não foi dessa vez!”, “ele merecia! Ódio que atrai ódio, crime e castigo”. E eu até então um “isentão”, termo que hoje usamos para os que não se preocupam com pautas nem a esquerda nem a direita (ou vulto idiota útil), estava mergulhado em meu “momento  Kronstadt” sem saber. Esse termo tem por definição “tradução de fenômeno de natureza individual, exclusiva e eminentemente subjetiva; uma espécie de epifania moral, do passar de um estado de indiferença, ou até mesmo de ´comunismo´ a um ‘anticomunismo’ atuante, que já não tolera arrependimentos silenciosos nem ambíguos.”

A partir de então, impedido de seguir campanha formal e nas ruas, o candidato Bolsonaro permaneceu incólume nas semanas decisivas antes das eleições no hospital, enquanto seus eleitores de multiplicavam em todas as redes sociais para desfazer “fake News” propaladas pela oposição e engajar-se na missão de reconstruir o Brasil por meio da busca da vitória nas eleições presidenciais.

Enquanto isso, passei a buscar fontes de conhecimento para o despertar intelectual, respaldado sobretudo em Olavo de Carvalho, como o seu compilado de artigos esclarecedores da realidade em “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”. Os vídeos da equipe do Brasil Paralelo eram, e ainda são, auxílio audiovisual para almas brasileiras que querem redescobrir e ter orgulho de sua história pátria, que definitivamente não começou em 2002, como propalam os lulo-petistas, muito pelo contrário. Pedro Henrique Delfino, do MBC, também foi instrumento chave para minha formação rumo à busca pela verdade.

Amparado no mote de “para romper com tudo que está aí”, Bolsonaro foi sim influenciado por outro mote, de Olavo de Carvalho “eu vim para foder com tudo”. Graças a uma série de acontecimentos, engajamentos e despertares como o meu, o Brasil começou a ser salvo naquele 06 de setembro. A véspera do 07 de setembro poderá ficar conhecido literalmente como o dia da “independência ou morte”, quando o frustrado atentado político selou que a bandeira do Brasil pode até ser manchada de sangue, por seus mártires ou quase-mártires, mas jamais será vermelha.

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