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Desinformação e hipocrisia verde 1

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É impressionante a capacidade dos que não aceitaram ainda a derrota eleitoral em insistir em narrativas contraproducentes e desinformativas, repletas de hipocrisia histriônica. Nessa segunda quinzena de agosto a temática que adotaram é atrelar a política desenvolvimentista para com o meio ambiente do novo Governo com as queimadas sazonais da Amazônia. E não importam as evidências da Nasa ou Inpe afirmando que proporcionalmente tanto desmatamento quanto queimadas estão de acordo com média histórica, e que esse processo já existia desde governos anteriores.

A voracidade dos ataques por parte da extrema-imprensa-lixo sobre esse assunto chega a ser deplorável, e evidencia a “guerra” declarada ao presidente que sentenciou freio em corrupções e nos rios de verbas aos bastidores da grande mídia e das ONG’s (as organizações do regime internacional ambiental são “não” governamentais mas desejam vorazmente os recursos governamentais colhidos seja dos impostos dos cidadãos brasileiros ou de pretensas “doações” estrangeiras em prol da salvaguarda da “nossa casa” verde.)

A histeria generalizada entre os “canhotos” e seus simpatizantes encontra seus ápices em: i) Anita dizendo que tudo no Brasil é dos índios, inclusive ela teria que ceder a sua cama a um deles se preciso fosse (lacração de cocar) e a poluição já se encontra no ápice (ganhou um apelido carinhoso: anitta rouseff); a alegação que a fumaça em São Paulo recentemente teria vindo direto das queimadas amazônicas, há mais de 4.000 km de distância; no intenso uso de imagens de queimadas antigas para confundir leitores; em leiga na internet polemizando pela defesa da floresta brasileira e suas girafas (sim! o animal africano que é encontrado apenas em zoológicos por aqui); e por fim o presidente da França Emmanuel Macron, que ao invés de ter impedido o incêndio na Notre Dame (Catedral NOSSA Senhora) e de se preocupar mais com seu país e cultura em crise, aparece para querer galgar preocupação progressista às nossas custas.

Todos os anos o episódio de seca sazonal e clima mais suscetível a queimadas ocorre, mas que “coincidência” que apenas esse ano a mídia internacional, nacional e artistas resolveram declarar bem alto a sua preocupação e sua hipócrita hashtag #PrayForAmazon. (Os mesmos que subiam há um ano a #EleNao.)
Eu rezo mesmo é para que essas pessoas, incapazes de irem, se preciso for, servir no Amazonas num pelotão de bombeiros florestais, comecem a reconhecer a realidade e os intentos do governo atual em reconstruir o país devastado pelo fogo da corrupção, manipulação de dados e balbúrdia.

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