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Corre! Deu a louca no francês!!!

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Frederico Mellado / ARG

O presidente francês Emmanuel Macron quis liderar o que indicava ser uma revolta contra o Brasil, e tentou utilizando as queimadas na região amazônica como pretexto. Dias antes da reunião do G7, encontro das 7 potências mundiais, Macron ameaçou o país de todas as formas inclusive no que diz respeito a soberania nacional. Além dos ataques diretos ao presidente Jair Bolsonaro, o líder francês cometeu algumas gafes como aquela falácia da Amazônia ser “pulmão do mundo” e chamou o território de “nosso quintal”. Porque o chefe do executivo francês decidiu partir pra cima do Brasil?

O acordo da União Europeia com o Mercosul é a real preocupação de Macron, ele tenta boicotar de todas as formas o tratado dos blocos. Não demorou muito para deixar isso claro, pois, horas depois da primeira crítica em relação a Bolsonaro, ele afirmou que agora em diante iria fazer oposição ao acordo. De acordo com agricultores, ecologistas e ministros do governo francês o pacto entre europeus e sul-americanos são desleais o país, prejudicaria a economia, porém, Macron não quis dialogar e partiu para o ataque porque sabe que não chegou nem na metade do seu mandato e a sua popularidade anda em baixa, não tem sustento para aprovar as reformas necessárias, sua nação vive um caos perante as contas públicas e dentro deste contexto do pouco embasamento existente sobrou apenas esta parte da população. A política adotada não foi acompanhada pelos principais líderes. Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Reino Unido foram alguns que fizeram críticas severas ao comportamento do francês.

“A não conclusão do acordo do Mercosul não ajudaria a reduzir a destruição das florestas no Brasil”, indicou o porta-voz de Angela Merkel.

“Para a Espanha, o objetivo de luta contra a mudança climática é um objetivo prioritário, mas consideramos que é justamente aplicando as cláusulas ambientais do Acordo que mais se pode avançar, e não propondo um bloqueio de sua ratificação que isole os países do Mercosul”, declarou o governo espanhol.

Nas redes sociais, Donald Trump declarou “apoio total” a Bolsonaro:

“Eu pude conhecer o presidente Jair Bolsonaro bem em nossas relações com o Brasil. Ele está trabalhando muito duro em relação aos incêndios da Amazônia e em todos os aspectos, fazendo um ótimo trabalho para o povo do Brasil – não é fácil. Ele e seu país têm o apoio total e completo dos EUA!”.

“Há todo tipo de pessoa que usará qualquer desculpa para interferir no comércio e frustrar os acordos comerciais, e eu não quero ver isso”, disse Boris Johnson, o premiê britânico.

Ou seja, a França está neste momento isolada e a espernear em busca de atenção. Macron aproveitou da situação para limpar sua imagem perante os franceses, principalmente aos protestos convocados pelos chamados “coletes amarelos”. Ele quer apoio para reformas, recusadas até então por maioria da população. Jair Bolsonaro se posicionou como gente grande, Brasil não é mais um “anão diplomático” que acata qualquer ameaça como nos governos anteriores, Brasil é a oitava potência econômica, tem que respeitar nossa soberania. Aos opositores que buscam entregar de mãos beijadas a Amazônia apenas por conta do atual governo, deve ser tratado como traidor da pátria. A mesma oposição que desqualificou Bolsonaro durante a campanha e após aproximação com os Estados Unidos, é a mesma que apoia a intervenção internacional em território brasileiro. Uma oposição irresponsável que pensa apenas com a ideologia cega e hipócrita do quanto pior, melhor.

Jair Bolsonaro sabe que tem apoio da população brasileira, não existe emissora ou jornal que possa maquiar os reais interesses dos franceses em relação ao Brasil. Imaginar a criação de uma entidade para controlar uma parcela do território de um país que tem total autonomia, não tem perigo eminente de guerra, é de uma extremidade e autoritarismo sem tamanho.

Macron, respeite o Brasil e nossa autonomia, por que com ou sem seu apoio, nosso país seguirá na luta pelo livre mercado entre o Brasil/Europa!

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