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Conheça o ”Movimento Gays com Bolsonaro” – grupo ativista conservador que é sucesso nas redes

Grupo cumpre agenda em Brasília e viraliza nas redes sociais
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O Movimento GCB – Gays com Bolsonaro, há mais de 02 anos, se engaja para manifestar apoio á causa conservadora no Brasil, simbolizada pelo atual Presidente da República Jair Messias, sinalizando que há pessoas que são LGBT, que não fazem disso causa central de suas vidas, e que não apoiam, mas combatem, a hegemonia esquerdista sobre a política e a cultura nacional. O slogan do Movimento é “Nossa bandeira é o Brasil, e não a sexualidade”.

Na busca de alcançar maior profissionalização e visibilidade para o grupo, suas ações e objetivos  de esclarecer, entreter e informar brasileiros, sendo héteros ou gays, acerca das verdades da história e atualidades em vista de defesa da liberdade, líderes do movimento tiveram na última semana de junho uma intensa agenda em Brasília.

No dia 25 de junho, a Ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos, recebeu o grupo em seu Gabinete, para conversarem sobre o que o governo tem feito no âmbito da Secretaria de Proteção Global, para com o público LGBT. Ao invés de reforçar discursos de divisão e exacerbar preconceitos ou taxas de homicídios existentes, como em outros governos, a pasta de Damares tem visado aumentar oportunidades de equidade de empregabilidade para os mais vulneráveis, que com relação ao público LGBT, são os trans e travestis, público-alvo de campanhas de empregabilidade por parte do Ministério, em parcerias como com o Sebrae. O foco tem sido capacitar para serviços de tecnologia. O Gabinete da Ministra dá o exemplo a tantas empresas e órgãos públicos, a ter em seu quadro duas colaboradoras transsexuais, verdades que a mídia não revela.

A agenda do grupo conservador, único entre tantos novos grupos conservadores no Brasil, incluiu também entrevista na TV Terça Livre, com Allan dos Santos, com pico de 60 mil pessoas ao vivo, e com mais de 265 mil visualizações, em que reportaram o histórico do movimento e a luta para a desconstrução da ideia de que pessoas atraídas pelo mesmo sexo necessariamente são de esquerda, ou odeiam Bolsonaro.

Haters, termo das mídias sociais para aqueles que atacam opositores por posicionamento político, já iniciaram a tecer críticas e acusações contra o grupo depois do encontro com a Ministra. “De que não somos gays de verdade, que não representamos a causa ou de que somos contraditórios por apoiar um presidente que nos rejeita”, diz Rufino Leal, membro do Movimento, que saiu de São Paulo para participar da agenda e de manifestações pró-governo.

Sobre a tão mencionada contradição, a verdade, para o grupo e reflexo da realidade, é que a família de Bolsonaro não é homofóbica. Possui amigos íntimos e frequentes no Palácio do Planalto, como o empresário gay Agustín Fernandes, e de que antigas frases polêmicas do até então Deputado Bolsonaro, são comparadas ao que já escutaram de familiares, que como num processo normal e natural, de rejeição no início, passaram a aceitar a homossexualidade, não definidora de moralidade nem caráter.

O grupo GCB iniciou após as investidas um canal no Youtube e aumentou em 25% o engajamento em suas redes sociais.

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