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Aluna e mãe processam estado de SC por doutrinação esquerdista

O movimento ESP afirmou que ''essa ação somente foi possível porque a aluna GRAVOU a aula da professora. Ou seja, a aluna teve o cuidado de produzir as provas necessárias à defesa dos seus direitos
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Foto: Reprodução

Uma aluna e sua mãe decidiram processar o estado de Santa Catarina, pedindo reparação de dano por serem vítimas de doutrinação esquerdista por uma professora da rede estadual. Mãe e filha pedem R$ 100 mil de indenização pelos danos causados. Elas tem como advogado, Miguel Nagib, um dos fundadores do escola sem partido, que na ação afirmou que a professora teve um “comportamento antiprofissional e antiético“, causando prejuízo a aluna e sua mãe.

Segundo a aluna, a professora teria feito vários ataques ao pré-candidato na época, Jair Bolsonaro e disse:

“Então vocês têm que conversar com os pais de vocês em casa, pessoal, porque não existe a possibilidade de alguém apoiar [Bolsonaro]. Se apoiar um cara que diz que o estupro é legítimo, que o negro voltar pra senzala é legítimo”

Em relato da mãe ao ”Escola sem Partido” ela afirmou:

“Era para dar aula de história, mas a professora deu uma aula mentirosa, partidária […], deu uma aula totalmente incitando o ódio, contra a Bíblia, contra cristão.” 

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