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A politização da Parada Gay

Neste ano a Parada Gay em SP teve além de festa, manifestações políticas
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Era de se esperar que a Parada LGBTQ+ desse ano em São Paulo, reconhecidamente a maior do Brasil e das maiores do mundo, fosse ser palco de propaganda política com viés a esquerda. Não é de hoje que a instrumentalização dessa minoria é um dos principais trunfos de partidos de esquerda para contaminar a sociedade com divisão e oportunismo. O que se observou ontem foram diversas imagens de bandeiras arco-íris com frases de “Lula Livre”, meio ao carnaval fora de época com que se tornou a Parada Gay de SP. São milhares de jovens pertencentes ao grupo LGBTQ+, que entre diversos trios elétricos (pagos com subsídios públicos – prefeitura de SP – e privados) levantam bandeiras, sacudiam seus esqueletos e celebravam a sexualização exagerada e militância numa causa de combate ao atual “conservadorismo”, na busca de auto afirmação.

Segundo a editora do Movimento Brasil Conservador, Bruna Torlay, “O militante é o ser humano que trocou o exercício reflexivo individual por uma receita política distribuída em material gráfico produzido em série. Quem troca habilidades espirituais que nos distinguem enquanto espécie por raciocínios engessados de um terceiro cuspidos em forma de cartilha demonstra vazio espiritual, em primeiro lugar. Incapacidade lógica, em segundo” e assim essa descrição parece servir como uma luva ao movimento “Gayzista” (como informalmente pode-se chamar o engajamento militante exacerbado para pautas “gay”, segundo Olavo de Carvalho) quando se observa o engajamento da militância cega esquerdista LGBTQ+, que não se abrem para outras ideologias, e deixam-se serem instrumentalizados politicamente.

Em um canal do Youtube, que fazia cobertura independente ao vivo da Parada, era nítida a falta de profundidade dos assuntos abordados (ou seria a própria falta de assuntos?!?!), ignoravam as bandeiras “Lula Livre” na Av. Paulista e comentavam frivolidades desde o uso de maquiagens por adeptos do movimento Queer  à conceituação de cada uma das terminologias do movimento.

O Papa Francisco disse recentemente que o feminismo é como que o machismo de saias. Poder-se-ia dizer então, que o “gayzismo” é a mesma reprodução da radicalização machista e feminista aplicado ao público LGBTQ+. A abertura à compressão de que todos os seres humanos são iguais, de que nenhum grupo merece privilégios por mais “minorias” que sejam, deveria ser a base das discussões da acolhida e respeito do público Gay por parte de todos os outros segmentos da sociedade.Na Av.Paulista em 24 de junho havia várias bandeiras da esquerda com defesa ao ex-presidente preso por corrupção.

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