A brutalidade da esquerda faz com que o gay de direita seja um algoz‬

Análise editorial sobre o ocorrido na visão do colunista
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A ativista de direita, Karol Eller (sim, parente da famosa e saudosa cantora, também gay) como já publicado aqui no APF, foi brutalmente espancada domingo (15) no Rio de Janeiro.
Acompanhada da namorada na praia de Ipanema, há relatos, de que foi abordada por um rapaz, que em meio a palavras de constrangimentos a espancou até deixá-la com a parte esquerda do rosto quase que desfigurada e desacordada.

Finalizando o primeiro ano de Governo Bolsonaro, é certo que o movimento em defesa da “causa LGBT” e feministas prefeririam que essa agressão “gratuita” tivesse partido na verdade de um conservador para com aquela pessoa, cuja orientação sexual é homoafetiva. Só que os verdadeiros defensores da liberdade, apreciadores da vida humana incondicional é o lado de cá, os de direita, batizados pelos progressistas inclusive de deter um “gabinete do ódio.”

Para a hipocrisia sem tamanho, e desprezo total ao ser humano que pense diferente da sua miopia, para muitos dessa gente, cabem fazer as doentias manifestações no twitter de que a Karol “apanhou pouco”, ou do simples “bem feito”. O silêncio que há e virá, sobre esse caso de violência, por parte da corja artística aproveitadora e de militantes vermelhos (ou arco-íris com foto de ídolo esquerdista a frente), que só se indignam quando lhes convém, é o sinal maior de que todas as suas ações são instrumentalizadas para um objetivo que NÃO é fazer o bem sem ver a quem.

Como é dezembro, tempo de retrospectiva, para finalizar recordemos o caso Rhuan. O pobre menino de Samambaia – DF que teve seu órgão genital decepado pelas mães, em prol da implementação forçosa de “ideologia de gênero” dentro de casa. Nesse caso também houve silêncio geral da mídia popular, ou extrema-imprensa. Razão: não convinha para a narrativa deles, como não convirá o caso Karol.

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