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A breve história da “nova esquerda”

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Por quanto tempo a esquerda vêm utilizando a “democracia” para justificar suas derrotas mesmo em regimes democráticos? Existe uma resposta e a história mostra o teatro armado até aqui para enganar gerações inteiras.

Karl Marx é o início de todo “maligno” estendido até aqui. Uma breve biografia do indivíduo, sugere uma desorientação para com sua teoria de implantação ideológica. A teoria marxista recusa a família, afirma ser um “produto burguês”, pois a família está baseada “sobre o capital, lucro privado”. O proletário não deveria ter família porque não tem capital. Era apoiado uma ruptura com todos os laços familiares dos proletários, transformar às crianças em artigos de comércio e instrumentos de trabalho. Esse era o modelo clássico, “puro”, da revolução marxista.

Outra ligação, é com a negação de liberdade, encontrada no Manifesto Comunista, um ensaio oficial do comunismo. Marx só cita liberdade apenas uma única vez. Por consequência, no final no ensaio. Karl Marx, um confuso autor (não filósofo), defensor da “liberdade”, ver o proletariado como uma classe de pobres e cada vez mais pobres, trabalhando por um período intenso e salários menores. Claramente, a “briga” é apenas para reproduzir sua pura e simples existência. É só mais um assessório da máquina. É o famoso “vamos reduzir a pobreza, o rico vira pobre, pobre continua pobre ou entra para extrema pobreza” e então resolvemos a desigualdade deixando todo mundo fodido. Essa é a democracia da esquerda.

Lênin, sim aquele “revolucionário” de 1917. Abraça os ideais marxistas e ajusta com alguns de seus princípios na União Soviética destruída. Lênin não se mantém no poder, mas deixa sua “filosofia” como base para Stalin. Resultado conhecemos, né? Passadas duas guerras mundiais, Stalin morre uma década depois. A esquerda fica sem norte. Já não sabe qual rumo tomar depois de anos no protagonismo. Precisa reinventar, marxismo-leninismo não produz “barulho” como antes e o legado sanguinário do comunismo tanto na União Soviética, quanto na China de Mao Tsé examina por aonde irá começar. É durante essa “confusão” que nasce a “nova esquerda”.

A política modernista fugindo do “radicalismo” de Direita x Esquerda, faz com que a “nova esquerda” ganhe espaço como uma terceira via. Tudo armação. Sai o marxismo-leninista, entra multiculturalismo. Há uma mudança de discurso com a morte de Stalin e é confirmada no declínio soviético. Então, se faz necessário uma mudança radical porque Marx, Lênin, Engels já não faz “barulho”, perde a essência radical. O mundo começa a abraçar novas idéias, democracias são reinstaladas e o radicalismo perde espaço. Será preciso desconstruir os sistemas normativos majoritários e acolher os grupos marginalizados. Uma divisão era feita: de um lado maioria e outro minorias.

A diversidade é centrada como uma das “armas” utilizada para reivindicações no estabelecimento do conceito político e entra como pauta principal adotada pela esquerda reformista. Eventos como Maio de 1968 caracteriza uma nova revolução, uma mutação ideológica que muda o projeto político. No contexto, cria uma maquiagem para se tornar um “discurso científico”. Uma nova legitimidade política é criada e seus criadores impugnam o conservadorismo para o lado que um dia a esquerda defendeu publicamente. Busca inverter os conceitos, colocando conservador como radical.

É chegada a “modernização”, então xenofobia, homofobia, transfobia, islamofobia ou eurofobia são empurradas a agenda conservadora, mais uma golpe baixo. A missão agora é excluir o conservador da comunidade pública/política porque são “radicais” e contra “evolução”. Uma vez que a esquerda, agora moderna e “santinha”, defensora das minorias desempenha um papel demagogico. Se veste de ovelha, mas por dentro, sabemos que é um lobo pronto para atacar os “inocentes” que acreditam no discurso tentador. Qualquer movimento político-democratico que for contrário as pautas “diversitárias”, “multicultural” apresentada pela esquerda, logo se torna uma afronta a democracia dentro da democracia, esquisito não?

Encontramos isso com os DEMOcratas nos Estados Unidos, especialmente com Hillary Clinton e Bernie Sanders. No Brasil, PT, PSOL, PDT, PSTU, REDE e entre outras siglas adotaram o discurso de vítima. Donald Trump e Jair Bolsonaro são atacados diariamente porque seus governos são conservadores, contraponto a agenda “multiculturalista” da antiga e nova esquerda. A história está sendo vivida, contada e arquivada, mas acredito muito que desta vez a hegemonia esquerdista não terá sucesso como em anos anteriores.

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